ECONOMIA

Planejamento revisa previsão de resultado primário de 2026 de superávit de R$ 10,8 bi para déficit de R$ 13,6 bi

O governo revisou nesta quinta-feira (24) a sua projeção para o resultado primário do governo central deste ano, de superávit…

O governo revisou nesta quinta-feira (24) a sua projeção para o resultado primário do governo central deste ano, de superávit de R$ 10,8 bilhões para um resultado negativo de R$ 13,6 bilhões, já considerando os abatimentos legalmente permitidos. Os números levam em conta Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central (BC). O resultado primário efetivo, considerando as despesas deduzidas da meta, fica em déficit de R$ 80,9 bilhões, ante resultado negativo de R$ 52 bilhões. Os dados fazem parte do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas relativo ao quarto bimestre deste ano, divulgado hoje pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. As comparações são com o relatório de julho. A meta de resultado primário de 2026 é de superávit de R$ 34,3 bilhões, com intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para cima ou para baixo, o que admite um déficit zero no ano. Como havia risco de descumprir o piso da meta, o governo teve que contingenciar R$ 13,6 bilhões em recursos do Orçamento, que ficam impedidos de serem usados pelos ministérios e demais órgãos públicos. A estimativa de receitas primárias totais em 2026 caiu R$ 15,7 bilhões, para R$ 3,222 trilhões, na comparação com a projeção anterior. Por sua vez, a estimativa para as receitas líquidas de transferências caiu R$ 6,8 bilhões, para R$ 2,587 trilhões. Já a previsão para as despesas primárias subiu R$ 22,1 bilhões, para R$ 2.668 trilhões. A estimativa para as despesas obrigatórias subiu R$ 4,1 bilhões, para R$ 2.423 trilhões. Por sua vez, a projeção para as despesas discricionárias (aquelas que podem ser cortadas, como investimentos e custeio da máquina) subiu R$ 18 bilhões, para R$ 244,4 bilhões. Adriano Machado/Bloomberg

Pontos-chave

  • O governo revisou nesta quinta-feira (24) a sua projeção para o resultado primário do governo central deste ano, de superávit de R$ 10,8 bilhões para um resultado negativo de R$ 13,6 bilhões, já considerando os abatimentos legalmente permitidos.
  • Os números levam em conta Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central (BC).
  • O resultado primário efetivo, considerando as despesas deduzidas da meta, fica em déficit de R$ 80,9 bilhões, ante resultado negativo de R$ 52 bilhões.
  • Os dados fazem parte do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas relativo ao quarto bimestre deste ano, divulgado hoje pelo Ministério do Planejamento e Orçamento.

Síntese

Em síntese, “Planejamento revisa previsão de resultado primário de 2026 de superávit de R$…” reúne os seguintes desdobramentos: As comparações são com o relatório de julho. A meta de resultado primário de 2026 é de superávit de R$ 34,3 bilhões, com intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para cima ou para baixo, o que admite um déficit zero no ano. Como havia risco de descumprir o piso da meta, o governo teve que contingenciar R$ 13,6 bilhões em recursos do Orçamento, que ficam impedidos de serem usados pelos ministérios e demais órgãos públicos. A estimativa de receitas primárias totais em 2026 caiu R$ 15,7 bilhões, para R$ 3,222 trilhões, na comparação com a projeção anterior. Por sua vez, a estimativa para as receitas líquidas de transferências caiu R$ 6,8 bilhões, para R$ 2,587 trilhões.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Carolina Fischer

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