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Petróleo dispara, fecha a US$ 107 e atinge maior nível desde maio

Embarcações perto de Ormuz. Reuters O petróleo disparou novamente nesta quinta-feira (10) em meio à escalada da guerra no Oriente…

Embarcações perto de Ormuz. Reuters O petróleo disparou novamente nesta quinta-feira (10) em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. O barril do Brent, referência internacional, subiu 6,3% e fechou a US$ 107,63, após superar os US$ 108 durante o pregão — o maior nível desde maio. A cotação tem subido rapidamente desde o início de julho, quando o Brent era negociado por menos de US$ 72. De lá para cá, a alta já passa de 49%, com os temores de que a guerra continue prejudicando o fluxo global de petróleo pelo Oriente Médio. 🔎 O conflito reduz o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte da commodity no mundo. O temor de uma menor oferta no mercado aumenta a pressão sobre os preços. A alta, provocada pelo novo aumento das tensões na guerra entre Estados Unidos e Irã, preocupa o governo do presidente Donald Trump. O petróleo mais caro pressiona a inflação e os juros americanos, ao elevar os custos dos combustíveis e de outros produtos transportados até as lojas. Isso ocorre a dois meses das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, em novembro, que vão definir a composição do Congresso americano. Na quarta-feira, Trump afirmou que os preços do petróleo provavelmente não vão cair até depois do pleito. Agora no g1 * Reportagem em atualização

Pontos-chave

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  • O barril do Brent, referência internacional, subiu 6,3% e fechou a US$ 107,63, após superar os US$ 108 durante o pregão — o maior nível desde maio.
  • A cotação tem subido rapidamente desde o início de julho, quando o Brent era negociado por menos de US$ 72.

Síntese

Em síntese, “Petróleo dispara, fecha a US$ 107 e atinge maior nível desde maio” reúne os seguintes desdobramentos: De lá para cá, a alta já passa de 49%, com os temores de que a guerra continue prejudicando o fluxo global de petróleo pelo Oriente Médio. 🔎 O conflito reduz o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte da commodity no mundo. O temor de uma menor oferta no mercado aumenta a pressão sobre os preços. A alta, provocada pelo novo aumento das tensões na guerra entre Estados Unidos e Irã, preocupa o governo do presidente Donald Trump. O petróleo mais caro pressiona a inflação e os juros americanos, ao elevar os custos dos combustíveis e de outros produtos transportados até as lojas.

Perguntas frequentes

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Diego Freitas

Diego Freitas

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