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Cobrando R$ 1,6 bilhão do Banco Master, Tether tem fundos presos em outro banco alvo de confisco pelos EUA

A Tether foi alvo nesta sexta-feira (25) de mais um problema envolvendo o serviço terceiro de um banco no qual…

A Tether foi alvo nesta sexta-feira (25) de mais um problema envolvendo o serviço terceiro de um banco no qual possuía fundos ligados, desta vez o EQIBank.

A empresa Capstone com sede da República Dominicana foi o alvo de uma apreensão de US$ 89 milhões pelo Governo dos EUA. A administração acusa a fintech de operar dinheiro ilegal e ela era uma intermediária do EQIBank.

O valor apreendido pode levar assim o banco parceiro da Tether a um risco de liquidação, com suas operações no mercado sob investigação e fundos congelados.

Ao portal Coindesk, um porta-voz da Tether minimizou a situação ao indicar que menos de 1% da emissora da stablecoin USDT está ligado ao EQIBank. Ou seja, caso o banco entre em processo de liquidação não deve afetar a criptomoeda ligada ao Dólar que tem maior volume diário de negociações no mercado.

Contudo, a Tether não forneceu detalhes em Dólar de qual o valor comprometido após a operação dos Estados Unidos contra a Capstone que afeta a EQIBank. O mercado estima em 64 milhões de dólares a participação da emissora do USDT na empresa.

De qualquer forma, mostra mais um problema para a Tether com bancos parceiros no ano de 2026, uma vez que a empresa já processa no Brasil o Banco Master de Daniel Vorcaro em busca de reaver R$ 1,6 bilhão.

Documento judicial diz US$ 79 milhões apreendidos inclusive em USDT, mas empresa pede US$ 89 milhões de volta

Um documento judicial que apontou o confisco de valores ocorreu em contas do Wells Fargo e carteiras USDT ligadas à Capstone, que movia dinheiro para o EQIBank. De acordo com apuração do Livecoins, o documento cita US$ 79 milhões confiscados.

O EQIBank pede, entretanto, a devolução de US$ 89 milhões para sua operação, indicando que os valores divergem. De qualquer forma, 80% do patrimônio da empresa ligada à Tether está nas mãos do governo norte-americano, sem prazo para serem liberados.

Ainda que a Tether relatou seu lado da situação e deixa de lado os rumores negativos sobre a situação, o mercado acompanha de perto o caso da maior empresa cripto do mercado.

Fonte: Cobrando R$ 1,6 bilhão do Banco Master, Tether tem fundos presos em outro banco alvo de confisco pelos EUA

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Perguntas frequentes

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Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

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