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Tarifas afetam alguns produtos exportados, mas impacto não é material para a Braskem, diz comando

As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a exportações do Brasil afetam alguns produtos do portfólio da Braskem, mas não chegam…

As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a exportações do Brasil afetam alguns produtos do portfólio da Braskem, mas não chegam a ter um “impacto material” para o negócio da companhia. As afirmações são da diretora de relações com investidores, planejamento estratégico e inteligência de mercado da petroquímica, Rosana Avolio. Leia mais: Estamos avançando positivamente na negociação com os credores, diz diretor da Braskem Braskem reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 3,32 bilhões no segundo trimestre Confira os resultados e indicadores da Braskem e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 “A gente sempre prioriza o atendimento ao mercado brasileiro e às regiões próximas”, disse ela a jornalistas, em entrevista sobre o desempenho da empresa no segundo trimestre. “Quando falamos de resinas, o mercado americano, de fato, não é um mercado cativo para a companhia”, completou. Avolio afirmou que, em resinas, principalmente, os EUA não são um “mercado cativo”, afetando apenas parte dos produtos químicos. “Ele não é exatamente, do ponto de vista de materialidade, o nosso mercado cativo, porque priorizamos o mercado brasileiro e o mercado sul-americano”, completou. O comando da companhia comentou também o cenário internacional diante da guerra no Oriente Médio. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Braskem, Carlos Brandão, a volatilidade dificulta fazer projeções para o terceiro trimestre, mas, de acordo com ele, as consultorias internacionais sugerem “spreads” (prêmio de risco) moderados, com “upsides” (valorização) pontuais no mercado petroquímico. Durante o segundo trimestre, o custo de produção maior na Ásia afetou os preços de resina e químicos no mercado internacional em relação ao trimestre anterior. Esse movimento abriu uma janela de exportação para o polietileno (PE) com margens superiores, comentou.

Pontos-chave

  • As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a exportações do Brasil afetam alguns produtos do portfólio da Braskem, mas não chegam a ter um “impacto material” para o negócio da companhia.
  • As afirmações são da diretora de relações com investidores, planejamento estratégico e inteligência de mercado da petroquímica, Rosana Avolio.
  • Leia mais: Estamos avançando positivamente na negociação com os credores, diz diretor da Braskem Braskem reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 3,32 bilhões no segundo trimestre Confira os resultados e indicadores da Braskem e das demais companhias de…
  • “Quando falamos de resinas, o mercado americano, de fato, não é um mercado cativo para a companhia”, completou.

Síntese

Em síntese, “Tarifas afetam alguns produtos exportados, mas impacto não é material para a…” reúne os seguintes desdobramentos: Avolio afirmou que, em resinas, principalmente, os EUA não são um “mercado cativo”, afetando apenas parte dos produtos químicos. “Ele não é exatamente, do ponto de vista de materialidade, o nosso mercado cativo, porque priorizamos o mercado brasileiro e o mercado sul-americano”, completou. O comando da companhia comentou também o cenário internacional diante da guerra no Oriente Médio. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Braskem, Carlos Brandão, a volatilidade dificulta fazer projeções para o terceiro trimestre, mas, de acordo com ele, as consultorias internacionais sugerem “spreads” (prêmio de risco) moderados, com “upsides” (valorização) pontuais no mercado petroquímico. Durante o segundo trimestre, o custo de produção maior na Ásia afetou os preços de resina e químicos no mercado internacional em relação ao trimestre anterior.

Perguntas frequentes

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Sobre o que trata “Tarifas afetam alguns produtos exportados, mas impacto não é material…”?
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Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

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